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O mundo despido de ironias
Cada país apresentando prós e contras, Contra a pandemia. A economia mundial, se curvou para um ser invisível. A fome matando pessoas, E, ainda muitos governantes a toa, Se dizem combater com eficácia. Mas, a necessidade do povo é dura. Nem mesmo comendo rapadura, Ganharemos energia para eliminar o vírus. Nossas mãos devem ser dadas, Lutar com oração, dedicação, Construir pontes, E, não muros. Dar pão a quem precisa. E, suar a camisa, com a labuta. Não ter receio de ajudar indigente, banqueiro ou puta. Mas, darmos as mãos por união e consagrar a Terra. Não devemos aglomerar agora. Momento de espera. Então, agradeço a todos os médicos, enfermeiros, faxineiros... Que estão na linha de frente do mundo todo. Que nossas orações alcancem ao Alto. Que no Planalto Brasileiro, Bolsonaro e todo governante estrangeiro, Não brigue agora quem é o melhor ou não. Que nossas mãos sejam dadas, E, num abraço virtual, agradecer a Deus. E, lembrar, que todos nós somos criaturas DELE, afinal. Dedico ao médico Nelson Müzel e a todos que lerem essa poesia. Deixe seu comentário, e leve esse apelo a todo o Planeta. Teka Castro Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro
Enviado por Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro em 29/03/2021
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