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Observo as gotas de chuva a atingirem o solo,
Aguando o verde que tanto necessitava de água. Lavando as mágoas, Purificando e renovando o ar. Mas, também nas gotas de chuva, A fria, convida para a solidão. Para a reflexão d'alma. Para a calma de poeta que gosta de observar. Não sou santa, Sei que tenho muito ainda a acertar, Queria então me lavar nas gotas da chuva, E renovar meu eu. Me fortificar a Deus. Pedi que as águas da chuva renove todo rio, Todo solo. Queria agora um colo para me deitar, E nos braços de Deus descansar em Paz. Após uma longa estiagem mais de 45 dias sem chuva, ela retorna a São Paulo. Uma benção a vida. Paz e bem a todos. Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro
Enviado por Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro em 15/08/2017
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