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Escutando Raulzito, a canção metamorfose ambulante, vivencio minha vida,
E, a interpreto de várias maneiras, não opinando por nada, Buscando apenas ser letrada para mim basta. Saindo do meu casulo especial, e mesmo como borboletas vivendo até 24 horas, ou duas, quatro semanas, Semeando por aí, cumprindo o que tiver que cumprir. E, sendo perseguida para está em exposição. Mas, agora vou voar alto e sonhar, Seja na chuva no sol, Vou colorir as plantas e os olhares das pessoas que me veem. Ou apenas de passagem, transmutando pela morte, Adquirido sonhos primaveris, E, mesmo no tempo do outono eu vou aparecer, Semear a vida, E, então, aprender a aprender a cuidar de mim, Antes rastejava, devorava tudo, depois de um tempo sumi, Me isolei, no casulo fiquei, tentaram abrí-lo depressa, Mas, não deixaram, por que senão, não voaria. E, hoje voo em plena poesia. In memoriam Raul Seixas, e todos que gostam de rock, ao músico Kalil Bentes e família, ao meu irmão: João Marcos, ao meu esposo, e simplesmente a mim mesma. Raul Seixas - São Paulo, 18 de Junho de 2017, Dia do Químico, oferto também a todos os químicos de nosso país que lecionam em escolas públicas, e que realmente merecem ser valorizados. Aos meus mestres que me ensinaram Química na EE Professor Alberto Conte e Universidade Ibirapuera. Muito obrigada. Teka Castro. Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro
Enviado por Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro em 18/06/2017
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