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Acompanha a vida e a estrada percorrida no tempo da escola
Aqui aprendemos, ressurgimos, comunicamos, nos arrependemos... Mas esquecemos que somos pó e ao pó voltaremos. Somos mártires dos sonhos energéticos do Deus vivo. Somos inimigos de nós próprios. Somos imperfeitos, tardios a pensar em amar. Tardios em lutar por um amanhã. Não sei que fazer, ficar de luto a vida toda. Deixar a dor acompanhar, Sentir o medo, Subjugar a si mesmo. Não sou a única que gosta de encarar o cemitério, Abusca pela paz.... Mas vou traduzir no poema algo livre e o que devo refletir de novo. Como queria voltar no tempo. Entender tudo isso. Mas, meu Cristo não permite. Ele me chama: Lázaro, Lázaro venha pra fora. Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro
Enviado por Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro em 17/03/2014
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