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O que pode nos levar a ter pensares suicidas?
Dia dez de setembro, Dia Mundial na Prevenção contra o Suicídio, em conjunto escolheram essa data OMS e outras agências de saúde escoheram a data, e setembro se tornou setembro amarelo, desde 1994, devido um jovem chamado Mike Emme, de 17 anos. A história está nos sites de busca, eu particularmente utilizo o google. Mas, o que nos leva a ter pensares suicidas? A dor da perda, a questão financeira, o acúmulo de informações, as decepções religiosas, as decepções políticas, o descaso da própria família... outros. Um turbilhão de ansiedade, falta de esperança no amanhã, e as mágoas, ressentimentos, dúvidas, falta de perdão, remorso, do passado, como a depressão. E, vemos há anos, jovens se mutilando com n coisas, eu como docente, vi meninas lindas se cortando, e algumas conseguiram vencer, são outras pessoas hoje em dia.Mas, e nós pessoas comuns, com tantas preocupações, filhos, esposo, irmãos, sobrinhos, primos, tios, até os pets, a mente lotada, que como diz Padre Marcelo Rossi, devemos nos esvaziar e nos encher de Deus. Sei que sempre fui sozinha, e que apesar de tudo, ter conhecimento espiritualista sobre a questão da morte, mesmo assim, teve momentos que queria partir, e até brigo com Deus de vez em quando, pois nasci com o cordão umbilical me sufocando, era só Ele (DEUS) ter puxado. Mas, Ele me deixou aqui, sofri refluxo urinário quando criança, tive uma cirurgia de quase 12 horas, aos 4 anos de idade, sofri uma apendicite ao 15, e Ele, DEUS, me deixou aqui. Tive aborto espontâneo, pré eclampsia, e mesmo assim, Deus me deu a vida. Sei que tem n sofridos e n elevado a enéssima potência de sofrimentos, mas devemos nos aceitar, nos respeitar, afinal somos Templo do Espírito Santo, e só Ele em seu Kairós poderá nos tirar a Vida. Há países, que superam a taxa de suicídio em jovens, e a preocupação é muito grande. Eu também numa visão mística talvez, compare as guerras como questão suicida dos jovens que estão na linha de frente, enquanto comandantes, se sentam às mesas, para negociações, e a juventude que morra. Lembro aqui do Pai Nosso... "Perdoai nossas ofensas (dívidas), como perdoamos nossos ofensores (devedores), mas será que na prática agimos assim? Será que sabemos nos perdoar a nós próprios? E a Palavra dita pelo Mestre Jesus: Amai-vos uns aos outros, como a si próprios! Será que nos amamos? É algo para pensarmos. A morte hoje parece rotina, alguns assassinam o próprio semelhante, em especial mulheres, e por isso mesmo Não Podemos nos Calar, além de bons padres, pastores, psicólogos, psiquiatras, tem outras pessoas, que podem escutar e ajudar. Nesse dia especial, dia também da lembrança da passagem de minha mãezinha, às vezes, eu tenho vontade de ir, mas no âmago, meu esposo, meus filhos, meus pets, minhas plantas ainda precisam de mim. E, agradeço ao Psicologos on line do IAMSPE, e a psiquiatria do mesmo, por me ouvirem e escutarem. E, também ao grupo da UBS Vila Missionária, em especial a Carli, Felipe e Rogério pelo trabalho que fazem, mas lembro pessoas com tendências como essas, devem sempre serem cobradas a participarem das reuniões. Muitas vezes, se afastam por solidão, depressão. E, agradeço ao Pandinha, ao Mário Duarte (pela paciência de me escutar através do whatsapp), e ao Padre Marcelo, pelo Momento de Fé, sinto que Deus, como sabe que sou alquimista, faz as dosagens homeopáticas para eu entender que tenho que respeitar a Vida e o Kairós do Onipotente. Agradeço a você leitor, aos meus e principalmente a DEUS. E a todos os psicólogos que conheço e aos que se fora em memória, nessas condições. Que possamos ser luz, como no ato da Fecundação e no Big Bang, lembremos que Deus nos vê como seres vivos, humanos, desde o ato da Fecundação. Um grande abraço a todos. Escritora Teka Mendes Castro São Paulo, 10 de setembro de 2026. 11h35
Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro
Enviado por Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro em 10/09/2026
Alterado em 10/09/2026 Copyright © 2026. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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