https://www.blogger.com/blog/posts/918438730469196907?hl=pt-BR https://www.youtube.com/@TekaMendesCastro


Os cinco Rs da Sustentabilidade e a Vida Cotidiana na Cidade Ademar
Começo esse artigo na minha constante preocupação com os descartes corretos dos materiais, sei que preciso aprender mais e mais, assim como todos nós, sejam políticos, que deixam a questão da invasão imobiliária adentrar em nossa Mata Atlântica, seja no próprio descaso de funcionários, como alguns varredores de rua, que mal varrem a sarjeta, o meio fio, e eu como aprendi com minha mãe desde criança a varrer desde lá fora, até dentro de casa, como moravámos na antiga Rua Particular A, Jardim Ofélia, hoje Rua Luiz Bazzani, que está asfaltada, mas aquela ruinha de terra, chão batido era maravilhosa, e além disso tinha o riacho, que possuia vida, girinos (filhotes de sapinho), peixes e erámos felizes. Mas, o aumento desgovernado de favelas, e as pessoas que fazia seus esgostos clandestinos, aliás ainda o fazem, acabou com a vida daquele riacho, onde logo em seguida tinha um baita campo de futebol, que se transformou na EMEF Prof Mário Schönberg e hoje próximo aos muros da unidade escolar desde a pandemia de 2020, covid 19, pessoas se apossaram de lá, poluindo mais ainda aquele lugar.
Ontem dia 18 de julho, peguei alguns materiais, como pilhas e blisters para levar para serem colocados numa coleta de materiais que ficava no Shopping Interlagos, as pilhas eram descartadas no Carrefour, só que não estavam mais lá, tiraram e agora, fiquei a pesquisar onde levar esse material, encontrei na pesquisa que a Subprepreitura de Santo Amaro, onde podemos descartar alguns materiais. E, também temos uma recicladora na Rua Rodrigues Montemor, que pega materiais eletrônicos, e funciona aos sábados até às 14h. Fico pensando que qualquer dia não vamos mais ter espaço para colocar o lixo para fora, a não ser que joguemos no Espaço Sideral, e com risco de serem atraídos pela força gravitacional do Planeta Terra, e cairem em nossas cabeças. Vejo o quanto as pessoas são sem noção, jogam tudo nas ruas, não fazem reaproveitamento ou reutilização de um material, e acham maravilhoso trocar de carros, celulares, e outros todos os dias. Estou com uma hipérbole, sim, estou. Pois, o Planeta Terra, e o meu cantinho de chão, onde moro, devo deixar organizado, mas também devo me preocupar, como moro numa rua íngreme tenho a preocupação do lixo que pode entupir os bueiros e causar enchentes nas casa que estão abaixo de onde moro. Ah. E vejo muito descarte irregular na rua Frei Lourenço de Alcântara, próximo a numeração 13, é complicado, pois é atrás da EE Prof. Dr. Lauro Pereira Travassos, e há anos denuncio, e nada de concreto é feito.
Mas, na questão ambiental, sem que nós agora estamos tendo muito mais matanças em nossa Amazônia, com os poucos índios que ainda resistem e nosso desgoverno atual, se preocupa em um pai não poder falar com seu filho, ou em que nosso ex presidente, nosso, para mim ainda muito presidente Jair Messias Bolsonaro, ao invés de se preocupar com as questões ambientais do nosso BRASIL, eu me preocupo aonde moro, e também como conselheira gestora da UBS Vila Missionária, me preocupa lá não ter um lugar para colocar os blisters que podem virarem telhas, e podem ajudar na questão do impacto ambiental. A Coordenadoria de Saúde Sul poderia se preocupar mais com essa questão também, e vejo muita caixa de papelão, que deixam no portão da UBSs para moradores em situação vunerável pegarem, mas poderiam juntá-las e colocar no dia da coleta seletiva, de materiais secos, já pensaram nisso? Sem contar da falta de vergonha dos usuários sem EDUCAÇÃO que colocam máscaras e descartam no chão das ruas,sendo que no posto tem lixeiras. Não consigo entender essa questão, em especial pessoas que moravam atrás de córregos, preferem jogar o lixo ali, a levar para frente, num ponto, e um pouco antes do caminhão da coleta domiciliar de lixo passar. Fico pensando como era antes o aterro atrás do autodromo Interlagos, além de terrenos que ainda possuem radiação, mas construiram um Santuário, que fora inaugaro em 2 de novembro de 2012, hoje esse aterro cresceu, será que atingirá aos céus? E, isso é preocupante também na questão de como será o amanhã, com essa tais gerações z e alpha visto que serão dados a tecnologia, mas sem a perspectiva de cuidarem da questão ambiental, daí me vem um desenho, e uma carta, que deixo como referências para os estudos futuros da próxima geração: Lorax, em busca da última trúfula e Carta de 2070.
Sem contar, que a criminalidade que assola o País e o mundo, deixa um rastro de lixo, tanto que podem serem reciclados, como o materiais de fuzis, armas, podem virar fogões, e ou o que a imaginação sonhar, menos algo para tirar a vida do ser sua própria espécie. Se reciclam até as bitucas dos cigarros, por que não reciclarmos tudo, até nossas vidas, repensando em nossas atitudes, recusando sacolas plásticas, e outras coisas, reaproveitando, por exemplo sobras de arroz, feijão, tansformar em bolo, até a casca de banana é comestível, pense nisso. Reduzindo nosso consumo, em materiais eletrônicos, roupas e outros. Temos que repensar, reutilizar, reduzir consumos, reciclar, e recusar. Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro
Enviado por Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro em 18/04/2026
Alterado em 19/04/2026 Copyright © 2026. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
|