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As recordações são muitas vividas, e nas lembranças de certas canções jamais esquecidas. O tempo que passou, transcendeu, trouxe e levou amigos queridos. Trouxe amores, dissabores, perdas... Dividiu minha mente, entre o hoje, o passado e o que esperar do futuro. Namorados poucos, não esquecidos, nem mais julgados. O tempo, trouxe um alguém a quem a Vida me fez bem. Claro, discussões sempre hão, Divergências, mas os valores de um casamento de três décadas, Ainda encanta. As sementes, hoje germinadas, cada um em seu desabrochar. As famílias distantes, ainda é um ponto a recordar, Em certas canções, em certos louvores. O tempo, me trouxe sim dissabores, Mas, aprendizados. As perdas, doem, sangram... E, não são fáceis de serem sentidas. Coisas da vida. E, eu da Rosa Branca, foi Cigana, Hoje o tempo rege... Uma adolescente, uma mulher de quase sessenta, E, o tempo ruge. A estrada não fora fácil, mas cá cheguei. Cansei muitas vezes. Tive vontande e tenho de desistir, Mas, Deus sopra em minhas veias e artérias, E, então, suspiro, revivo. Sou alguém que agradece ao que vivi, Muitas vezes, a irmã morte eu vi, Aliás, desde os primórdios a esse mundo pós vida uterina de mamãe, Lá dentro tava tão bem. Mas, aqui estou. E, proclamo amor aos meus. Ao esposo, que me aguenta, sei que não sou fácil, Aos filhos, que amo. Ao irmão, que é um exemplo. Aos cunhados e sobrinhos. Aos tios,e primos,não importa se são reconhecidos ou não. Mas, meu coração, vai aos Estados Unidos, a Paris, a Portugal, as cidades de São Paulo, Ao Estado do Rio de Janeiro, A Rio das Ostras. E, por que não dizer, que as palavras vão além fronteira, Dentro da escrita brasileira, Onde agradeço a tanta gente, as editoras, as pessoas que gostam de mim, Aos poetas de todas as formas. Aos meus comentaristas, não posso esquecer. E, ao leitor. Agradecer em cada dose homeopática de amor a mim própria, E, nas divisões que causei com 4 primas queridas. Peço humanamente perdão por tudo, Pelas palavras amargas que traço no meu momento passional. Aos meus filhos, principalmente, peço perdão. De coração, as intersecções de um passado, Me assombram, me assustam, Me trazem dor. Mas, Deus é comigo, É conosco, o Emmanuel. Nome também dado ao meu filho do meio. In memoriam daqueles que se foram... Amados serão. A Deus peço meu perdão! São Paulo, 11 de Janeiro de 2026. Teka Mendes Castro 13h50min Domingo de Sol, e temperatura muito alta.
Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro
Enviado por Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro em 11/01/2026
Alterado em 11/01/2026 Copyright © 2026. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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