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Poesias, assim como crianças são dádivas de Deus.
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A alquimia da vida presentes em meus atos.

"Deus tudo perdoa, o homem pode até perdoar. Mas, a mãe Natureza, jamais perdoará o que fizermos."

Textos


2025

 

Hoje aos dois de janeiro de dois mil e vinte seis, às dez horas e cinquenta e nove minutos, 

Relembro fatos que marcaram em 2025,

Onde sinto que feri a tantos, e quem saiu muito ferida fui eu.

Feri meus filhos, feri meu esposo, irmãos, cunhados, sobrinhos...

Talvez, os vizinhos, pois são poucos o que respeito e compartilho o dia a dia.

Talvez, feri minha própria escrita, na maneira de fazer poesias.

O tempo, me fez pensar, e nos últimos badalares de 2025,

Minha cunhada Amália, me fez entrar em mim mesma,

Com as douçuras de suas palavras.

Sim, guardei e talvez tenha restícios de mágoa.

Mas, as palavras da Amália, fluiram certeiras a mim.

E, por que não dizer, das palavras ditas por minha irmã e comadre Célia Campos,

Onde o nosso primeiro almoço ocorreu, 

Onde eu e esposo fomos, 

Onde fluiu paz, no primeiro dia do ano de 2026.

Onde eu agradeço!

E, as palavras da Célia, embora com dizeres diferentes,

Foram quase as mesmas da Amália.

Parece que Deus usa as pessoas para chegarem em nosso coração.

Aliás, como diz Padre Marcelo, no Momento de Fé,

Deus usa sim as pessoas que menos esperamos para nos dar um chacoalhão.

Em 2025 tentei resgatar a amizade com minhas primas Angela e Adélia,

A Lena e a Ivete, talvez nem tanto,

Mas a Ge e a Délia, são únicas em minha vida,

São preciosidades.

São as primas que eu convivi desde criança,

E, chamei a tia Joaquina, minha tinha que fará 100 anos, 

Esse ano,em 18/09/2026,

E devido as meninas chamarem a tia de mãe, 

A tia Joaquina, foi a primeira pessoa que chamei de mãe.

Sei que magoei também ao Mario Duarte,

Faz parte de minha condição passional,

Mas, não é o outro que tenho que esperar mudança,

A mudança deve partir de mim.

Em 2025, vivi minhas palavras, na Romênia, no Chile, em São Paulo,

E, as palavras nas antologias foram, e eu não sai do meu cantinho.

Hoje relembro das dores, de saber que minha caçula quase morreu,

E, eu longe dela 900 quilômetros.

Mas, o pensamento está tão perto dela,

Quanto meu corpo está próximo dos meus primogênitos:

Da Alexia Cristina e do Emmanuel.

Hoje, quero agradecer os 365 dias de 2025,

E, tentar a mudança em 2026.

Me lembrando que eu esse ano, 

Vou ver minhas palavras em Portugal,

Terra Natal de meu pais, Francisco e Deonilde,

Mas, eu devido dívidas, que vou pagá-las,

Devido a não ter ainda passaporte e cidadania portuguesa,

Só as palavras vão está lá pelo Nalap e Literarte,

E, eu assim agradeço.

Mereço ser feliz, 

Sair do ostrismo  que estou,

E, está mais próxima das soluções e resoluções de meus filhos, e esposo.

Quero agradecer as dores, os dissabores, a vida que tive em 2025.

Agradecer a Neidinha, 

Uma auxiliar que me ajuda muito aqui em casa, toda semana.

Agradecer ao Somente e a psicóloga minha xará no apelido Teka,

Que tem ouvido muito meus desabafos, minhas loucuras,

Mas, sei que 2026, terei uma nova cura.

E, assim, ouvir e maratonar não filmes, 

Mas, o Momento de Fé, em doses homeopáticas.

Preciso só saber me enfrentar no espelho da vida,

E, agradecer  2025,

E, outros anos, que muitas vezes não esqueço,

Embora a fibromialgia afete muitas vezes a memória,

Mas, ao escrever acabo contando minha própria História.

E, citando em História, 2025, foi um ano que participei muito da questão política.

Talvez, sim, me assuma mais bolsonarista.

Pois, as injustiças que vejo hoje,

Bolsas para narcotraficantes, 

E, as drogas aumentando no Brasil e no Mundo,

Doem no cerne d'alma.

E, sem contar se aumentou muito a violência,

E a indecência humana.

Mas, sei que Deus provê e proverá, 

E, graças a Deus temos o Dom Odair Guimarães que fala abertamente tudo,

O que está de errado nesse mundo.

Bem, agradeço 2025, as proezas que vivi.

E, agradecer o que deu certo e o que deu errado,

Valeu o ensinamento.

E, agradeço aos conhecidos petistas.

Pois, me fazem pesquisar cada vez mais,

E, isso só me leva a ver o quando pela bússola do coração,

Estou indo pelo caminho certo.

Agradeço a Vida em 2025.

E, que 2026, eu possa poetizar e professar minha fé,

Renovar bodas de pérola, 

E, como uma ostra ferida, 

Dá-la a Deus meu eu.

Sem contar dos sentimentos que aparecem.

Deus nos recompensa.

E, como mãe, ajoelhar e orar pelos meus filhos e 4 sobrinhos,

Pelas minhas afilhadas de coração: Tainá Soares e Lorenna.

E, deixar que meu lado passional cai por terra.

Que todos tenham um abençoado 2026.

E, que adentramos com o pé direito.

Sejamos ou tentamos ser perfeitos, como nosso Criador-Pai o é.

Tenhamos fé.

Apenas, gratidão por 2025.

E, abençoado 2026.

 

 

     Ofereço essa poesia ao primeiro dia de João Emmanuel, filhinho de Mário Duarte Radialista e claro a esposa, aos meus filhos, sobrinhos, aos meus primos, aos tios e tias ainda vivos, tanto da parte de minha família, como da família de meu esposo. Ofereço as pessoas que cá lerem e comentarem, as eleições de 2026, aos meus genros Miguel (namorado da Anna Clara), e Jhonatas (namorado da Alexia Cristina), ao Dom Odair Guimarães, à saúde de Jair Messias Bolsonaro, até mesmo as injustiças de Alexandre de Moraes (Deus ainda irá agir em ti), as crianças de Marajós, as pessoas que adotam animais feridos, como minha amiga, e quase afilhada de mamãe Lidiana Bruno, e outras entidades, e é claro a Deus, pois sem sua inspiração, sem o dom da escrita por Ele dado, eu não faria esse poema. Também ofereço a todos os editores que publicaram um texto ou textos meus. Apenas gratidão.

São Paulo, 2 de janeiro de 2026.

Teke Mendes Castro,

Escritora e ambientalista.

Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro
Enviado por Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro em 02/01/2026
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