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Mais um dia como outro qualquer
Algo se esvaiu-se de mim, sei que antes não era assim, mesmo em minhas mais profundas e profanas solidões. Hoje, 25 de dezembro, vejo nas redes sociais, fotos de famílias, a maioria com detalhes em vermelho, ou verde, e eu passei com um shorts do dia a dia, preto, de helanca e uma camiseta que era preta, detalhes de lantejolhas, e até uma calcinha velha, mas confortável. E, depois, de ter arrumado duas cozinhas, deixado mais organizado, tomei meu banho, já tarde, e coloquei a camisola de algodão, e deitei no sofá, assistindo Meu grande casamento cigano, e adormeci. Levantei-me quase às nove, meu esposo já acordado, cuidando do filho, que viera mamado, Natal e outras festas, não são para jovens se drogarem, com bebidas, que são drogas lícitas, narguilé, e outras, mas, vejo até nas redes sociais, moças lindas com a chupeta demoníaca do narguile, proveniente da cultura árabe, que chegou como um grande mal para esses adolescentes, sem contar, dos riscos grandes de se ter câncer de boca, de garganta, e outros piores, mas vai a gente falar, somos as ignorantes. É por isso, natal é mais um dia, como outro qualquer. Aproveitei que estava um calor insuportável, "um sol para cada um", lavei algumas peças de roupas, e aproveitei e ajeitei a lavagem de dois vasos sanitários, e arrumei a casa, depois fui ver a questão dos minguados do kwai, e assim, passando o dia, refiz uma limpa em e mails, e estou aqui agora a escrever. Hoje como é natal, não vou postar no facebook, questões políticas, pois tenho que dar um descanso para minha mente. Não aguiento mais tanta convergência, e só cito, alguém aí votou em algum juíz do STF, ou de outras jurisdição? Se votaram, lamento em não votei em nenhum juíz ladrão, que solta narcotraficantes, estupradores, pais que matam filhos, filhos que matam pais, ou mulheres que esquartejam seus maridos. Mas, tudo bem, parece que tá tudo certo. E, até vejo homenagens de alguns atores que vivenciam essas pessoas merdas, do preferirem homenagear professoras que salvaram crianças, numa creche em Minas Gerais, ou a coordenadora da EE Raul Brasil, que antes de tudo tinha orientado muito seu algoz. Mas, não preferem fazer filmes que retratam a escória do país, daqui a pouco, alguns que comem do nosso salário de aposentado, dado com prazer pela Lei Rouanet, farão filmes sobre as mortes de narcotraficantes do Rio de Janeiro, dizendo que os mesmos eram todos anjinhos. E, os policiais que partiram, cadê as devidas homenagens? Sim é natal 2025, e eu na sala me encontro em meio a minha solidão, com dois filhos que estão em casa, aprisionados em seus celulares, o esposo, descansando, e a outra, prefere ficar na casa dos pais do namorado, que quase dois anos que namoram, os pais nunca convidaram eu e esposo, nem para tomar um copo d'água. Difícil! Por isso, muitas vezes, mesmo hoje vem pensares suicidas, a minha vida desde que mamãe partiu, algo em mim morreu, amigos? Tenho conhecidos, familiares? Alguns me mataram, e eu também os matei. Sei que essa prosa poética irá alarmar, mas estou bem, estou consciente, suando muito, também, o ser humano, matam as árvores, ferem os rios, gastam água sem noção, só constroem prédios milionários, aqui em são Paulo, tá demais. E, fazem hidrovias, na Billings, poluindo-a ainda mais. Merecemos sim a destruição total, fatal, pois o ser humano, criatura última que Deus criou, com seu livre arbítrio destroe a Natureza, e o que há de mais bonito, que Deus criou. Assim, termino o texto, natal, ano novo, são mais um dia quaqlquer para uma dona de casa sonhadora demais. São Paulo, 25 de dezembro de 2025. 16h35min Teka Mendes Castro
Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro
Enviado por Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro em 25/12/2025
Alterado em 25/12/2025 Copyright © 2025. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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