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Paranóia
Loucura minha, Mas te amo! Medo meu, Mas te quero! Segredo guardado, Sei que ainda vou te conquistar! Estupidez do meu eu, Em minhas preces peço a Deus.
Já não sei quem sou. Carente, estou. E, quero você! Me envolvo em minhas fantasias, Nos tesões, nas loucuras, e alegrias... Tudo não passam de ilusões.
Por você vou aos confins do mundo, Me precipito em tudo. E, amo a todos. Sem você, o ego toma conta de mim. E, deixo que ele me controle. Apenas, quero você! Manuscrita em 19 de julho de 1990. Hoje transcrita para esse site. Relendo esse poema, a nossa paranóia pode está na busca de Deus, mesmo nos tesões, na questão do ânimo que Deus nos vigora todos os dias, e ouvindo minhas pílulas homeopáticas, estou aqui, na véspera de natal mundano, e tentando esquecer que a quatro anos, a mamãe, não está mais aqui, para fazer a bacalhoada, as rabanadas, que eu e meu sobrinho Matheus comíamos sozinhos. Enfim, saudade sim, tristeza não... Mas, a dor acarreta meu físico e alma, em cada período de festa Religiosa, ou não. Teka Mendes Castro São Paulo, 24 de dezembro de 2025 5h52min Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro
Enviado por Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro em 24/12/2025
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