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YYemaemanjá
Axé, minha mãe das águas, Apaga de vez estas mágoas, Trazidas no coração, E, como noite sombria, Perturbam, e se tornam escuridão.
Axé, minha mãe da umbanda, Conceição bendita na Católica Igreja. Reveja nossos erros, Devaneios que nos perturbam. Axé, minha mãe, Pura à minha vida, E me traga as amizades verdadeiras. Minha mãe, a ti entrego-me inteira. Axé, que você, mãe do mar, Yemanjá, minhas mágoas, venha apagar. Manuscrita em 8 de dezembro de 1995.
Hoje transcrita para esse recanto. Teka Mendes Castro SP 16 de outubro de 2025 Ofereço ao meu professor de Química Carlos Carmelo Ozório Pudles, a Maria Nazareth Dória escritora espiritualista, e a dona Cláudia Faeit Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro
Enviado por Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro em 16/10/2025
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