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O meu tempo, sou fora da caixinha!
Sim, sou fora da caixinha desde menininha contrariando a própria medicina. A primeiras letras, que hoje se completam nas amarguras de meus disseres. Não tive mágicos poderes. Conquistei com sacrifìcios, venci vícios, Me prôspus a busca incessante de Deus. Foi atrás de minha Pedra Filosofal. Do Elixir da minha Vida. Sim, sou fora da caixinha, por querer a família reunida, Por guardar lembranças do passado, Das idas e vindas, Da construção de um futuro promissor. Não sou ganacioso, Mas, gostaria do salário justo para o professor. Não sou gananciosa, mas gostaria de receber pelo que escrevo. Vejo, que o mundo é que está fora da caixinha. E, se uso palavras amargas, Tenho a certeza, que um dia encontrei minha paz. A busca não acaba aqui. Família, não só se resume no casal ou nos filhos. Mas, o egoísmo muitas vezes do mundo impera. E, minha mente que transcende a fantasia, E, deseja um mundo verdadeiramente de Paz, Muitas vezes, não é capaz de demonstrar nas atitudes. E, a fé precisa de obras. Sei que não sou perfeita, Mas, busco em Meu Criador, a Perfeição. E, ainda sigo com o coração na dor, Em busca de Deus, meu Senhor!
São Paulo, 30 de agosto de 2025. 9h07min. Exclusiva para o recanto. Ofereço aos meus familiares e a Deus. Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro
Enviado por Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro em 30/08/2025
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