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Quantas ensaios, letras musicais, poesias, e a perca de tempo, ou do tempo se tem? Mas, um breve acontecer, o que escrevi no início, já não é o agora,já passou. E, o amor se escondeu nas linhas da idade, da história marcada. O tempo relativo, o tempo que nos resta. A vivência, indagações perenes, e o ciclo recomeça. Estrelas há anos- luz, E, a breve vinda do Cristo Jesus, novamente à Terra. Mas, vivemos em tempos de guerras. De busca por fakes belezas e drogas que dão um prazer instântaneo. O medo de dizer eu te amo. Tão fútil o Ser Humano se tornou. Banalizou nas vestimentas. E, dizem coisas impróprias em frente das crianças. E, o tempo infantil se perdeu, não só em Marajó, Como na Faixa de Gaza, na Ucrânia, na Síria, e quem sabe aí próximo a você! O tempo que ninguém vê. O passado memorizado, escrito por tantos, E, meus pensares aqui guardados. Hoje muitos expostos nas redes sociais, Mas, como em Eclesiástico: Há tempo para tudo. Para plantar e colher, para nascer e morrer. Há tempo em que os filhos precisam mais dos pais, Hoje estou no tempo que eu preciso mais dos filhos. Tempo, que voa e se transforma, Reforma a Vida, E, nos cerca às vezes de incertezas, Por isso, questiono a mim mesma: Como você aproveita o tempo, cara Tereza?
São Paulo, 13 de março de 2024. 10h e 21 min. Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro
Enviado por Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro em 13/03/2024
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