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Aqui minh'alma repousa entre os beija-flores que não vemos mais. A Terra, vive agora, incêndios, rupturas, com os meus ideais. A Paz, ouvimos apenas falar, mas os processos estão longe a acabar. O tempo, transcende as águas tranquilas do Mar da Vida. Me despeço do meu apego pelos bens materiais. Quero ser livre, quero curtir e cuidar da beleza da Natureza. Quero ver criaturas extintas pelo Homem que se consome em si mesmo. Quero olhar -me no espelho de águas cristalinas, Voltar a ser aquela menina, Do que a amarga mulher que hoje sou. Queria poder escrever meus rancores na areia, E, meus amores no mármore. Queria insistir mais em mim, Mas, muitas vezes a duabilidade conflital entre a ansiedade e depressão, Hipertensiam ao coração a pulsar sem ritmo. E, no que acredito não mais esteja aqui daqui uns dez anos. Hoje aos 56 faço esse poema, Alguém me lembrará um dia ao lê-lo novamente. Assim, como: Diário de uma Paixão, Quem saberá como e o por que... E, ainda assim a inquieta alma se desiludirá de seu brilho eterno? O tempo para seguir. E, o que falta Deus irá provir! Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro
Enviado por Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro em 11/07/2023
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