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D'alma solitária a dor que inflinge desejos
O ressentimento de minha vida atual, Sei que afinal tenho outras vidas a vivenciar, Mas, a dor de minh'alma ainda fere o corpo. Exposto. Morto. Decomposto. A alma chora a vivência humana, As religiões opressoras. O amargo da injustiça que vivemos mutuamente. Não aprendi dizer o conceder perdão. Por isso, numa próxima vida, Num próximo momento, Talvez ainda aprenda. O pior e não consegui entender religiões, E, a superioridade de alguns, Que roubam o povo, E oram ao demônio. Por isso, no pandemônio de minh'alma, me inspiro e respiro por um fio. Quero sucumbir ao nada, e desejar ainda minha sorte lançada. Sou uma atriz que sai de cena, E, sucumbi no desejo de ser justa e feliz!!! Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro
Enviado por Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro em 29/05/2018
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