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Quando parar de guardar mágoas,
As lágrimas que caem do olhar Um melodrama que a alma reclama O dom de ser feliz. "Como curar as feridas", Que fiz e fizeram em mim? O tempo que se foi com a ventania, E, meus olhos debulhados em dores, Agora o que me resta, Fazer favores??? Queria fazer parte da amizade verdadeira, Mas sozinha a minha vida inteira, Não queria isso para meus filhos, Mas nos trilhos que se seguem, Os perigos nos rodeiam, E nada e ninguém para confiar. A confiança somente em meu próprio ser. Fazer o que? As lágrimas derramadas são angústias da vida, E em contrapartida, cada qual com seu umbigo. E, assim, parto, num adeus suicida. Não tenho mais para onde ir. Fugir? Como? Um dia meus olhos avermelhados, Terão o comprimento do dever , E, quem sabe assim, entender o por que tanto perdi. Ouvindo: Tânia Mara Dia de Sol, frio. 13:36h. Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro
Enviado por Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro em 11/06/2017
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