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Revelo no espelho a dor de meus olhos cansados
O mundo com tanta mudança e eu vivendo no meu mundinho fechado. Calo diante de tantas ocorrências, Divergências sombrias que ocultam a veracidade dos fatos. O tempo que relato pode ser o aqui e agora, Mas também pode ser infinito para o ontem o para o amanhã. De repente corro por encalços desavairados e me deixo sucumbir hora qualquer. Me faço menina, num corpo de meio século, e ainda vivo na ilusão de vidas passadas. O afastamento do Homem de Deus, Os complexos meus. Vazios nossos, e a diversidade vivida atualmente, ainda não compreendi. Talvez, por que ainda tenha outra vida para vir. Sim, sou mero acaso do preconceito, Sofri por décadas o chamado bullying, e sobrevivi. Hoje as palavras ditas mensuradamente, Tudo para agredir ao ser humano. A falta da reciprocidade, a verdade que busco, Difere de muitos, difere do modismo sexual em que o mundo se encontra. A ponta do iceberg está aí na frente, E, a humanidade, prestes a afundar como o Titanic. Agora o que fazer, Escrever coisas do tempo, Mas o momento é de reflexão. O mundo em atitudes vis que deixam de satisfazer a Deus, para satisfazer o prazer humano. E, a alma? Compadecida, nas sombras da noite, sofre todo e qualquer açoite para se livrar do mal. Mas o homem criatura divinal é livre, e subdivide-se em sua hibridez que assusta aos que querem um novo lar. Amar é fundamental, mas amar fraternalmente, sem hipocrisia, O homem vive de fantasias subversivas até quando? SP 19 de Maio de 2017. Ofereço aos que buscam a si mesmos. Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro
Enviado por Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro em 19/05/2017
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