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Agora o tempo parece voar
E percebendo isso, penso eu em como vou mudar. Quando criança, o tempo era fingidor, Percorria com mais diversão, nos dias longos de verão, Os aqueles dias de frio intenso. Hoje tudo parece como num instante, E, a tecnologia, nos deixou mais máquinas, Embora o coração bata como seres vivos. Somos sem Deus quando crecemos, E, deixamos influenciar nossos filhos. Que trilhos seguirão eles??? Por onde quer que vá, Por onde quer que olhe. O tempo me faz interpretar que tudo acontece, Tão inexplicavelmente depressa, Tão subitamente. E, eu ou você não somos Einstein, Com sua Teoria da Relatividade, Ou com a Teoria da máquina do tempo. Voltar não podemos. Apenas seguir em frente. E, tentar perdoar-se, perdoar o passado, Perdoar aqueles que sempre estiveram do nosso lado: A Família, Antes de tudo, perdoar-se é preciso. Queria entender mais isso. Agora acontece um poema, Daqui a poucos instantes alguém o lê, Interpreta para si, Critica, comenta, e compartilha. De repente o tempo se isola por si. E, eu aqui apenas sou o vazio. O vácuo. O escuro, o tempo, esse mágico momento de poetizar. De inspirar-me sem sair do meu lugar. https://br.search.yahoo.com/search?ei=UTF-8&fr=crmas&p=Teorias+do+tempo Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro
Enviado por Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro em 02/11/2016
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