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Inesgotavelmente aqui estou,
compondo amor, Compondo vida. Uma incerteza certa é a saída. Me deixo debruçada ao chão. O corpo após um ato de agressão, E, a defesa de uma rima. A poesia comprime. O rosto, lágrimas caem, Desnuda estou diante do espelho. Quero vencer a mim mesma. A confiança de ser mulher e desejada. Mas nas marcas da parede, Cortinas são fechadas. Calo e me deparo com um amor diferente. Aguenta coração, Por ambição estou aqui e me deixo ir nessa encruzilhada. A vida se torna algo onde mágoas, tenho guardadas. Sou um resumo da mulher que sofre, Apanha e na artimanha da vida busca no beijo a saída. E, o rompimento é fatal. Brutal. Aqui caída, Quase sem vida, Digo não levem o " amor " de minha vida! Então, caio em si. E, nessa a vida me bate noutra face. Sou assim, amando alguém, Uma polêmica dividida. Sei que só eu posso parar com isso, Denunciar é preciso. Aqui é apenas uma poesia, pois eu e meu esposo nos amamos muito, mas deixo aqui o grito de muitas mulheres que estão na condição desse poema. Então, se atenha para o tema. Denuncie se preciso for, pois a denúncia é um ato de amor maior, ou seja por si própria.https://br.search.yahoo.com/search?ei=UTF-8&fr=crmas&p=Lei+Maria+Da+Penha+Oficial Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro
Enviado por Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro em 16/10/2016
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