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De que adianta a memória se não para guardar nossa história,
Nossa vida, nosso papel nesse véu de loucuras e dissemações? A vida que nos envelhece, a prece que nos resta a Deus. Nossos sonhos sonhados, dourados, suados. O passado guardado no subconsciente, E de repente tudo a tona. E, vejo nos jovens atuais, que isso não passa de mero aprendiz. Ser feliz ao envelhecer, e ainda assim a alma de criança ter. Fazer parte de uma seleta gama de alucinados, Proféticos, culpados por amar demais. Ver a poesia além da janela do quarto, Ver a simplescidade do amor no grão germinado. Sou aprendiz da vida, E, nas veredas caminhadas, Montanhas ultrapssadas, venci, Aqui estou, e agradeço. Envelheço com dignidade, lembrando de minha mocidade que reunia a vida, Hoje reuno a vitória, Faço história e compartilho em meu horizonte, Além do mais divulgo outros poetas, E, vou em frente, Muito ainda me resta. Quero seguir os caminhos de meus pais, E levar meus filhos juntos, Afinal a luta é diária e necessária para vencer a tudo. Obrigado. Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro
Enviado por Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro em 27/08/2016
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