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Em tempos de crise
Nosso alimentar empobrece Carece o mais popular E, o feijão seu preço cresce. Em tempo de crise O casal arroz e feijão Não mais vai a mesa. Com certeza muitos não tem o que fazer. Além de tudo, temos o tempo As lavouras queimadas Pessoas erradas na Agricultura Sem contar a corrupção, total loucura! Feijão, leite e pão Tão caros como ouro Mas, tão necessários a nós. E, sem contar d'água, Bem precioso que está Também raro. Então, se comermos, iremos comer: Tecnologia: Ipods, celular e outros. Afinal a que ponto chegamos? Lembro sempre que: "Deus tudo perdoa O homem pode até perdoar. Mas, a Mãe Natureza jamais." E se hoje pagamos caro pelo feijão A culpa é nossa pelos maltratos à Natureza. Isso é fato com certeza!!! São Paulo, 28 de Julho de 2016. Dia do Agricultor, por isso ofereço este poema a todos os pequenos agricultores do Brasil e do Mundo. Manuscrita esta manhã. Transcrita às 17:45 h para este recanto. Téka Castro. Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro
Enviado por Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro em 28/07/2016
Alterado em 28/07/2016 Copyright © 2016. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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