https://www.blogger.com/blog/posts/918438730469196907?hl=pt-BR https://www.youtube.com/@TekaMendesCastro


Numa conversa que ouvia de minha mãe para com uma amiga,
Vi um sentido diferente em minha vida. Pois o assunto da conversa, era sobre mim. Os transtornos que causei desde o nascimento. Por um momento, vieram lágrimas, E, percebi também o motivo de mágoa que ainda carrego em meu peito, mesmo meu pai ter já partido. Fui uma criança que nasceu com o cordão umbilical enforcando-me a garganta, Sem contar do coágulo sanguíneo que existia, e os médicos trataram com touquinhas apertadas. Fui crescendo mais a febre de aproximadamente 40º graus persistiam, e nada de uma melhora lógica. Minha mãe, andou por todos os médicos na época de São Paulo, e também no centro kardencista de Tia Eunice, a quem até hoje tenho imensas saudades. Um médico de repente, quis que eu ficasse internada para n exames. Fiquei como diriam numa pocilga, junto com doentes de alto risco. Passei fome, pelo que ouvi de minha mãe nesse lugar, ...Minha mãe, teve a ousadia de ir até o médico e perguntar se eu tinha internado para falecer, porém o médico, doutor Labibi, foi até o hospital, e aí pareceram enfermeiras para colher meu sangue, fizeram vários raio x, e então descobriram um refluxo urinário. Fui levada à cirurgia com quatro anos de idade, e até os dez, fazia uma radiografia onde estava com a bexiga cheia, esvaziando a mesma e a bexiga vazia. Até que não precisei mais de realizar este exame, talvez por isso hoje não goste muito de coca-cola, pois eu tinha que tomar muito na época. Depois, veio um quebrar a patela aos 10 anos, e eu por ter tido algo incompreendido pelos médicos terrenos, quase perdi a perna direita. De certa fora sobrevivi. Talvez seja por isso que hoje estou aqui, vencendo desde pequena algo que queria me levar. Mas confesso, hoje peço muitas vezes para partir, e vejo sucumbi muitas outras coisas. Ainda tenho n problemas de saúde, como a disfonia e afonia funcional, que do nada, talvez por que tivesse magoada, fiquei sem voz, e hoje estou numa situação estranha, de readaptada como docente. Mas, minha vida é desafiadora, hoje sou autora de outras vidas, de meus poemas, de um ciclo de amigos muito raro. Desafiando e sendo desafiada. Bem, só me resta agradecer a Deus e mais nada. Ofereço aos doutores Renato e Labibi. A tia Eunice, e em especial a minha mãe Deonilde por ter lutado por mim. São Paulo, 13 de abril de 2016. Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro
Enviado por Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro em 13/04/2016
Alterado em 13/04/2016 Copyright © 2016. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
|