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De repente, invento desculpas,
Mas não me culpem, por não participar. Não consigo entender, Um ano todo de discórdia, Um falando mal do outro, e chega o Natal, o abraço desumano. De impostores da verdade. Não é minha realidade. O alimento até me fará mal. Então, afinal, me isolo democraticamente em minha toca. E, aos que participam não vou criticar, Mas vejo num ano inteiro, Um do outro falar, tendo o mesmo cargo, Tem hora que fica o vazio. Não posso em minha sensibilidade comprender isso, Ainda sinto a fala de alguns, Que disseram que depois que apareci, A falsa amizade, se acabou. Será que foi por mim? Será que a falsidade de um querer tirar do outro o tapete, É minha??? Por isso, não quero ser hipócrita, Apenas sou uma aprendiz, e vou no tempo certo saber conceder a Misericórdia sincera. Agora quero ficar só em minha aquarela. Desejando a todos colherem o que plantaram, e eu também. Além disso, tennho é mais que confraternizar minha vida comigo mesma. Aos meus colegas de profissão que trabalham na Educação. Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro
Enviado por Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro em 17/12/2015
Alterado em 20/12/2015 Copyright © 2015. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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