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Delicata
O vento na janela bate sem cessar
A brisa entra pela fresta e faz festa em meu corpo. Beija-me o rosto suavemente Renuncia as lágrimas, e abre um sorriso. O tempo que perfuma ao ambiente, Consciente num corpo de quarenta Com alma adolescente. A brisa que fascina na primavera E, o brilho de atitudes convida ao fato Na tarde, orvalhada de outubro. Onde lembranças são resgatadas. A inocência que perdura na aventura das letras. E, sonhando um dia com a imortalidade, Como a vida de Drácula, de Francis Coppolla. A rejeição como na época das cruzadas, Um doce encanto aqui e agora.
Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro
Enviado por Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro em 04/10/2014
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